Archive for February, 2008

Eu quero que a RIAA morra uma morte lenta e agoniosa

Monday, February 25th, 2008

Abri hoje o Pandora (http://www.pandora.com) e deparo-me com isto:

Dear Pandora Visitor,

We are deeply, deeply sorry to say that due to licensing constraints, we can no longer allow access to Pandora for listeners located outside of the U.S. We will continue to work diligently to realize the vision of a truly global Pandora, but for the time being we are required to restrict its use. We are very sad to have to do this, but there is no other alternative.

We believe that you are in Portugal (your IP address appears to be 213.63.138.11). If you believe we have made a mistake, we apologize and ask that you please contact us at pandora-support@pandora.com

If you are a paid subscriber, please contact us at pandora-support@pandora.com and we will issue a pro-rated refund to the credit card you used to sign up. If you have been using Pandora, we will keep a record of your existing stations and bookmarked artists and songs, so that when we are able to launch in your country, they will be waiting for you.

We will be notifying listeners as licensing agreements are established in individual countries. If you would like to be notified by email when Pandora is available in your country, please enter your email address below. The pace of global licensing is hard to predict, but we have the ultimate goal of being able to offer our service everywhere.

We share your disappointment and greatly appreciate your understanding.

Sincerely,

Tim Westergen

Founder

Presumo que o last.fm e o jango.com (que são os que eu uso mais) tambem não durem muito mais tempo.

The golden compass

Monday, February 18th, 2008

The Golden CompassArgumento fácil, alguns elementos copiados da triologia “The Lord of the Rings” e da saga de Harry Potter, e a Nicole Kidman.

E pronto.

Ah, e o filme não termina. Esperem pelos próximos episódios.

Entretenimento: 8/10
Originalidade: 3/10

E há outra coisa que não faz sentido. O filme é cheio de criancinhas fofinhas e tal, mas é para adultos (está repleto de mortes e violência). A Motion Picture Association of America (que é uma espécie de inquisição dos dias actuais) atribui-lhe um PG-13, que significa o seguinte:

A PG-13 rating is a sterner warning by the Rating Board to parents to determine whether their children under age 13 should view the motion picture, as some material might not be suited for them.

Bem. Vamos por partes.
(more…)

Vendo a minha casinha

Monday, February 18th, 2008

sala palhais

Pois é.

Mais uma vez sopra o vento da mudança e sinto que está na hora de levantar a tenda.

Após 4 anos e picos a viver na mesma casa (é um record pessoal desde que saí de casa dos papás), meti a mesma à venda.

Se algum de vós tiver algum primo que até conhece alguém que quer morar num T3 semi-novo e espaçoso na Charneca da Caparica (mais precisamente em Palhais), mostrem-lhe as fotos e passem-lhe o meu contacto:

Mais dados no atalho.

Into the wild

Monday, February 18th, 2008

Into the wild Bonito filme.

Consegue deitar por terra todo e qualquer sonho (já recalcado) que eu tenha tido em adolescente de viver no mato.
Identifiquei-me também com toda a filosofia de Alexander Supertramp (personagem principal) sobre a liberdade, e admirei os tomates do mesmo ao queimar o dinheiro e eliminar as pistas que poderiam levar alguém a encontrá-lo algum dia, o que provavelmente fará de mim um hippie hardcore (argh!).

Mas acima de tudo, gostei de todas as outras pessoas. Ninguém é 100% equilibrado, ninguém é exemplo, ninguém tem argumentos plausíveis para o contrariar (apesar de ser loucura) porque no fundo, todos gostariam de ter coragem de o fazer.

Apesar de visivelmente traumatizado pela relação dos pais, Alexander é a pessoa mais equilibrada deste filme.

Sean Penn domina, senhores e senhoras. Diz que é uma espécie de Clint Eastwood.

Recomendo. Muito.

PS: O personagem fez-me lembrar imenso de um grande amigo meu, Tiago Galvão. Tenho saudades tuas pá.

Atonement

Tuesday, February 5th, 2008

Atonement Vi este filme no sábado passado e tenho opiniões contraditórias relativamente ao mesmo.

Por um lado é um festim visual, cheio de técnicas brilhantes (a cena da praia deixou-me de boca aberta) e actores maravilhosos. Os cenários são magnificos, as personagens credíveis, e a primeira parte do filme prende-nos ao ecrã, sedentos por mais.

Mas rapidamente tudo muda e o filme perde a emoção de outrora, tornando-se enfadonho. Os momentos-chave demoram demasiado a surgir e acontecem sempre de uma forma demasiado fria… sem sentimento.

Ao fim de quase 2 horas a tentar não adormecer chegamos à parte final, em que se dá o twist. Sobre a Briony velha no final apenas posso dizer que parece que pertence a outro filme. A postura e a linguagem corporal não encaixam de forma alguma na personagem mais nova.

E o filme morre. Assim. Sem entregar.

Apesar de muito bonito, não deixa de ser uma versão fracassada de “The English Patient“.